Vou fazer o quê, se eu sou assim???
É aqui neste espaço que esqueço de tudo, largo do mundo e bato de frente comigo mesmo.
É aqui onde curto um barato, sabe?!
É aqui onde lá e cá eu faço e falo minhas bobagens... Mas ninguém as vê!!! Ou será que quem não vê sou eu?!
Xííííí... complicou!!!
segunda-feira, abril 24
A "melhor" do Brasil... Patrícia Camin
Patricia Camin nasceu em São Paulo, no dia 24 de novembro de 1971, dona de um estilo todo próprio, um olhar marcante e uma voz maravilhosa. Foi criada em meio a muita música! Suas tias cantavam em um coral de igreja, acompanhadas de uma organista, que era também sua madrinha. Seus tios e avós eram todos músicos, destacando-se Ângelo Camin, maestro e 1º organista do Teatro Municipal do estado de São Paulo. Desde muito pequena, cantar era sua vida, tudo era música pra ela. Um pouco maior, participou de vários concursos de calouros, incluindo “Talentos do Abc” em São Bernardo do Campo, “Show de Calouros” do Silvio Santos e “Clube do Bolinha”. Participou, ainda, do “Boa Noite Brasil”, apresentado por Gilberto Barros. No “Programa Raul Gil”, do qual também participou durante várias semanas, foi convidada a gravar uma faixa do CD “Usina de Talentos”. Graças ao seu talento e a uma voz abençoada, sempre teve resultados muito positivos em suas apresentações. Conquistou seu público em várias partes do país, tendo encantado muitos fãs inclusive fora do Brasil. Profissionalmente, já cantou em um seguimento do coral Bacarelli e integrou a banda Saint Paul, na qual permaneceu por dois anos. Trabalha com música desde então, porque cantar é para ela como respirar: uma necessidade vital. Atualmente, ela acaba de receber o título de "Melhor Cantora do Brasil" do programa "O Melhor do Brasil" da Rede Record. Parabéns Patrícia!!!! Título mais que merecido, afinal... vc canta muuuuuito!!!!
Felizmente, o sonho de infância de Kelly Clarkson de ser bióloga marinha não se tornou realidade. Ao invés disso, seu nome se tornou famoso entre os lares quando sua voz soul capturou os corações e mentes de milhares de pessoas quando ela foi eleita a American Idol em Setembro de 2002.A jovem de 20 anos do Texas se apresentou ao vivo toda semana (durante dez semanas) para uma audiência de 25 milhões de telespectadores em um dos programas mais bem sucedidos da America de todos os tempos. Mesmo com o fato de que Clarkson nunca teve uma aula profissional de canto, ela recebeu 57% dos votos na final. Em tempo, sua voz era pra ela, algo muito normal e natural da sua vida, isso não a fazia pensar que tinha algo especial. A força e beleza de sua voz foi reconhecida por acidente. Seu primeiro single foi direto para número um da Billboard na primeira semana e ela não para de chegar até isso desde então. Os 10 finalistas do programa se reuniram para a ''American Idol Tour'', que os levou para Seattle e Nova York para se apresentar para 200.000 fãs. Após quebrar vários recordes, receber inúmeras nomeações e ganhar vários prêmios, Kelly teve um grande desafio: o Grammy. Ela estava concorrendo a duas categorias na cerimônia, realizada no dia 8 de Fevereiro de 2005, concorrendo, mais uma vez, com grandes nomes como Mariah Carey, Gwen Stefani e Paul McCartney. Adivinha o resultado? Kelly levou pra casa as 2 estatuetas mais cobiçadas na indústria fonográfica.
Muito bem, Fantasia Barrino foi a vencedora do American Idol 3. O CD ainda não saiu no Brasil. Posso descrevê-la como um fenômeno da natureza, uma figura capaz de cantar qualquer coisa com toda sua alma, uma energia uterina. O CD é fabuloso, basicamente R&B de muito bom gosto, algumas baladas geniais, uma batida genial em 'Selfish' com participação especial da rapper Missy Elliott, e duas das músicas que ela cantou no AI3 que ficaram na lembrança: 'Summertime' e 'Always On My Mind', além do single destinado para a vencedora, ''I Believe", escrito por Tamyra Gray, uma das participantes da 1ª versão do AI. É imperdível!
Já tem um tempo. Eu chegava, você saía. Eu da casa de um alguém, você para o trabalho. Nunca tivemos ideais parecidos mesmo. Mas não pense que esse era meu projeto, assim como eu duvido que essa sua vidinha pacata e pseudo-cult seja a perfeição de seus planos. Eu sei que você não deseja ser amarga como sempre foi, mas acostumou-se com o estereótipo de escritora desiludida. Desiluda-se. Não é quem você é e você sabe disso. Não força mais o negativo, porque isso já cansou. Não tenta alcançar a perfeição porque você já não está perto dela há muito tempo. Subimos e descemos por um bom tempo. Talvez não tão bom assim, mas pelo que sufocamos um do outro, dias se passaram. Subíamos e descíamos algumas vezes por mês. Hoje tenho medo de ir lá sozinho. Por isso deixei de ir naquele dia... será que a moça ficou me esperando? Ah, mas eu não queria voltar lá mesmo. Não sei porque tenho lembrado de você. Faz tanto tempo... e lembrei. Só. Resolvi ver o que encontrava sobre você. Nada me surpreendeu. A verdade. Eu me assustei. Assim como vemos em comédias-românticas e sitcoms, quando a moça diz que ama o rapaz precocemente. Eu acho que mais uma vez foi isso o que aconteceu. Ah, mas quem liga? Éramos apenas crianças querendo sobreviver num mundo que nos enxotava. Entre gritos e sussurros fomos nos moldando, secando, vivendo. O que somos agora? Não fique assim, minha querida. Nem tudo foi tão cinza assim. Nós éramos crianças, lembre-se sempre. Ninguém saí ileso da adolescência. Teoricamente, eu saio da maldita hoje. Será? Será que meia hora é necessária para expulsar os meus fantasmas de vários anos? Espero que sim. Vamos fingir que sim. E, se eu pudesse, levaria os seus fantasmas junto. Levo só os nossos, como forma de agradecimento. Agradeço de verdade. Não vou dizer que não te amo, de certa forma. Te amei. Sim, é verdade. Só não quero nenhum tipo de contato agora, nem por muito tempo. Me despeço dos vinte e dois anos e de você. De todos eles, de todas elas também. Lembra do inferno que era aquele lugar? Saímos, querida! Saímos ilesos... ou quase isso. Mas estamos vivos. Não nos matamos, como pensávamos que ia fazer, nem chegamos a realmente a fugir de casa... ir até a rodoviária, não vale. Me despeço e espero que minha imagem de você lá alguns anos atrás, seja apenas uma imagem de alguém que tinha demônios maiores que si mesmo. Espero que hoje, você consiga domá-los melhor. Espero que você fique bem. Damos as mãos agora. Uma mudança sutil para os outros; enorme para nós. Somos um só ser. Que cada um ache o seu próprio precipício e que mais números venham pela frente.
Infelizmente a notícia que irei dar não é uma das melhores... Paris Bennett foi a eliminada desta semana. É chato pra caramba, pô quando entrei no site do A.I e vi... We Say Goodbye to: PARIS, fiquei triste pacas... mas a vida é essa, esse é o jogo e estou rezando para que em breve possamos vê-la fazendo muito sucesso por ai.
" Dá licença... porque se vc não vai, eu vou!!!! "
Eu deveria saber depois da falta de expressão.
Eu deveria saber depois da falta de inclusão.
Só me querer enquanto eu for igual a você. Regra sua, não minha. Dizer que sim, que pensa em mim, para que tudo fique bem para você. Para você, não para mim. Estar mal por sua causa, nunca por mim. Viver se criticando por pena de si mesmo e preguiça de mudar. Não mais para mim, eu parei com isso. Parei com muito mais do que isso.
Sinto muito se você não quer viver ou se quer, mas prefere se anestesiar. Realmente é mais fácil ficar e reclamar, não se incomodar e fingir. Manter a aparência intelectualóide enquanto torce para o monge do Big Brother. Finja mesmo. Pelo menos o monge pode ganhar. Finja também que o que incomoda é a falta de diversão nossa e não que eu possa ter mudado e finalmente posso ter razão. Isso não existe para você. Tanto que expôe cinco opiniões divergentes a cada tema posto na mesa onde caiam folhas perto do seu copo de cerveja, quase nunca quente e, se quente, já não fazia diferença para você que já não tinha paladar.
Paladar ou tato. Tato não teve. Não pôde me sentir indo embora, talvez pelo estado etílico tão desrespeitoso ao lidar com meus sentimentos e criar falsos seus, anestesiados por tal. Talvez por isso eu esteja sentindo o dobro da dor ultimamente.
Ao contrário de você, não pude dizer mentiras, mas disse o que sentia.
O que dói mais é que, mais uma vez, você não escutou.
Como um Fred Astaire da canção pop, Jay Vaquer soube driblar as adversidades e, de pernas pro ar, encontrar seu lugar num mundo em constante mutação.
Meados dos anos 90, o ano exato não me lembro, mas não me esqueci da insistência daquele leitor e músico iniciante, que me assediava com constantes e-mails. Tipo, "Tenho uma banda, acho que você vai gostar do som, tem algo a ver com o que você comenta em suas críticas. Posso mandar uma demo?". Parecia conversa ensaiada, mas nunca fechei portas e, demo recebida, o grupo iniciante mostrava musicalidade, um cantor de boa voz e composições que tentavam ir além do trivial do pop. Cerca de dois anos depois, novas notícias. Ele desistira do grupo, começava a fazer um trabalho solo, queria me enviar outra fita. Foi nesse momento que a ficha caiu. "Jay Vaquer, homônimo do guitarrista americano que fora parceiro de Raul Seixas?", perguntei numa das respostas. "Sim, ele é meu pai, sou filho dele e de Jane Duboc", devolveu-me, explicando muito da musicalidade nata que seus rascunhos iniciais já traziam.
Em 2000, vou assisti-lo no musical "Cazas de Cazuza", que chegava ao Canecão depois de uma temporada de sucesso em São Paulo. Só ali, cerca de três, quatro anos depois dos primeiros contatos eletrônicos, vim conhecer pessoalmente o insistente artista. E gostei do que vi, e ouvi, no palco.
DISCOGRAFIA
NEM TÃO SÃO (2000 - JAM MUSIC)
VENDO A MIM MESMO (2004 - EMI MUSIC)
VOCÊ NÃO ME CONHECE (2005 - EMI MUSIC)
Pode Agradecer [Relationshit]
(Jay Vaquer) Sufoquei, não deixei você sair sem mim Vigiei só pra garantir,infernizei, controleicada segundo, liguei só pra verificar Te cerquei, coloquei escuta, grampeei o telefone Afastei amigos, ameacei violência, apaguei seu passado Odiei não estar láMas amei vocêAmei você Mas amei vocêPode agradecerQuebrei presentes,sabe-se lá de quem Rasguei fotos,sei muito bem de quem Queimei cartas que não escrevi Não deixei,proibi,não permiti Roupas,gestos,sorrisos que não consenti Evitei que seu brilho ofuscasse o meuChantageei e até chorei Pena e medo,sempre boas coleiras Enrolei,explorei,até chifrei Você sabe... pequenas besteirasTe marquei feito gado,fui seu dono E tranquei,castiguei,vampirizei Fiquei puto por não conseguirControlar o seu pensamento
Cotidiano de um casal feliz
(Jay Vaquer)
Ele manda em tudo, em todoscurte seu podere deixa a esposa em casapra brincar no trecode qualquer travecoem troca de prazervai saber pq...e a esposa anda malhadafez lipoesculturae a falta de culturanunca foi problemaela tem dinheiropra dar e venderlê Paulo Coelho e seicho-no-ievai saber pq. . .iee eles têm escravosdisfarçados de assalariadosdiariamente humilhadose levantam cedo, se arrumam apressadostêm hora marcada pra falar com Deussssalguém sabe dizer o que é normal?pode parecer tão naturalele guarda no H.D.fotos de crianças nuas, pra tirar um lazercurte ver aquilo quando fica sóela conta os passos que dá no trajeto entre a terapia e a boca do póe até pensa em adotar alguma criatura,pode ser uma criança ou um labradorsó depende da raça,depende é da cor que pintar primeiro..ele faz como ninguém a cara de quem não sabe mentirpode admitir pra ocupar o vazio da relaçãomas com uma condiçãonão quer dar banho, nem limpar merda o dia inteiroeles foram ver o show da Diana Krall que alguém falou que era genialgritaram uhuuu do camaroteenchendo a cara de scotche eles têm escravosdisfarçados de assalariadosdiariamente humilhadose levantam cedo, se arrumam apressadostêm hora marcada pra falar com deussssalguém sabe dizer o que é normal?pode parecer tão natural
O Diego é lindo, tem um coração do tamanho de sete Maracanãs, um enorme talento (que, como a Ledijane disse, nem sempre ele acredita) e, acima de tudo, é um amigo e tanto que eu encontrei no meio de um turbilhão de emoções e situações.
Di, você pode até não acreditar no que eu digo, já que eu sou meio desnaturada mesmo, mas é verdade. Eu sou assumidamente sua fã e torço para que tudo dê certo, do jeitinho que você espera! Você merece!
Meu brigadeirão de panela, eu vou sempre querer comer a sua cabeça (opa! hehehe)
Te adoro muuuito!!!
(Anita Salgado)