Quem nunca foi seguro(a) ou cheio(a) de si até pagar um mico?
Quem nunca esteve à beira de um ataque de nervos po bobagens?
Quem nunca resistiu muito tempo a dieta?
Quem nunca usou uma roupa intima inapropriada naquela hora?
Quem nunca teve um diário? Foi, ou quis ser, disputado(a)?
Quem nunca sofreu por amor?
Empanturrou-se de brigadeiro assistindo um romance (chorando)?
Pois Bridget Jones já!!!
O Diário de Bridget Jones
Bridget Jones (Renée Zellweger) é uma mulher de 32 anos que, em pleno Ano Novo, decide que já está mais do que na hora do que tomar o controle de sua própria vida e também começar a escrever um diário. Com isso, Bridget começa a escrever o mais provocativo, erótico e histérico livro que já esteve na cabeceira de sua cama, onde ela poderá também colocar as suas opiniões sobre os mais diversos assuntos de sua nova vida. Com Renée Zellweger, Hugh Grant, Colin Firth e Jim Broadbent. Recebeu 2 indicações ao Oscar.
Bridget Jones: No Limite da Razão
Depois de sua estréia no alto astral O Diário do Bridget Jones , a personagem está de volta com o não menos divertido Bridget Jones: No Limite da Razão, adaptação do best seller homônimo da mesma autora do primeiro livro, a inglesa Helen Fielding. Depois de sobreviver às confusões amorosas da primeira produção, Bridget (Reneé Zellweger) continua às voltas com o charmoso Mark Darcy (Colin Firth) e o canastrão e quase tarado Daniel Cleaver (Hugh Grant). No meio do tiroteio de juras de amor e encrencas vividas pela protagonista, estão seus amigos (que, aqui, ganham mais espaço) e os pais da moçoila (que, uma pena, aparecem bem menos). A trama é simples, mas bastante eficiente. Cansada de ser feliz e manter uma relação perfeita, Bridget começa a colocar caraminholas na cabeça e desconfiar de Mark, que de príncipe encantado é reduzido à categoria de sapo. Claro que o casal de pombinhos briga, se separa e a desolada Bridget começa a ser cercada por um Daniel Cleaver a fim de tirar o atraso.
Nada muito diferente, convenhamos, de O Diário de Bridget Jones . Algumas cenas parecem até plágio (como a briga entre Mark e Daniel), mas quem se importa? Bridget Jones: No Limite da Razão é por vezes engraçado, melancólico e funciona às mil maravilhas. Graças a um roteiro esperto e escrito a oito mãos (a própria autora Helen Fielding, o expert em comédias românticas Richard Curtis, Andrew Davis e Adam Books), um elenco afiado e a direção ágil de Beeban Kidron, o filme não macula a imagem doce e cativante da Bridget Jones que conhecemos. A prova é tanta que, independente da mudança na direção e da substancial injeção de grana no orçamento, a continuação mantém o mesmo espírito do primeiro filme, não deixando que a personagem saia do foco.
Mas fazer o que, se ela é assim!!!
1 Comments:
Adoro os dois filmes
e as trilhas. Tenho as duas :)
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