" Dá licença... porque se vc não vai, eu vou!!!! "

Eu deveria saber depois da falta de expressão.
Eu deveria saber depois da falta de inclusão.
Só me querer enquanto eu for igual a você. Regra sua, não minha. Dizer que sim, que pensa em mim, para que tudo fique bem para você. Para você, não para mim. Estar mal por sua causa, nunca por mim. Viver se criticando por pena de si mesmo e preguiça de mudar. Não mais para mim, eu parei com isso. Parei com muito mais do que isso.
Sinto muito se você não quer viver ou se quer, mas prefere se anestesiar. Realmente é mais fácil ficar e reclamar, não se incomodar e fingir. Manter a aparência intelectualóide enquanto torce para o monge do Big Brother. Finja mesmo. Pelo menos o monge pode ganhar. Finja também que o que incomoda é a falta de diversão nossa e não que eu possa ter mudado e finalmente posso ter razão. Isso não existe para você. Tanto que expôe cinco opiniões divergentes a cada tema posto na mesa onde caiam folhas perto do seu copo de cerveja, quase nunca quente e, se quente, já não fazia diferença para você que já não tinha paladar.
Paladar ou tato. Tato não teve. Não pôde me sentir indo embora, talvez pelo estado etílico tão desrespeitoso ao lidar com meus sentimentos e criar falsos seus, anestesiados por tal. Talvez por isso eu esteja sentindo o dobro da dor ultimamente.
Ao contrário de você, não pude dizer mentiras, mas disse o que sentia.
O que dói mais é que, mais uma vez, você não escutou.


1 Comments:
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